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26.4.06



Acalme meu passo, Senhor

Desacelere as batidas do meu coração, acalmando minha mente.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas.
Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranqüilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.

Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono
Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a Tua presença constante no meu coração.

Ensina-me a arte de tirar pequenas férias: reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir uma música preferida.

Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo e calar-me para escutar a Tua voz.

Acalme meu passo, Senhor, e inspire-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para que eu possa crescer até as estrelas do meu destino maior.




:: publicado por Alice Lanalice às 22:25


18.4.06



LOUCOS E SANTOS

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.

Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.

Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.

Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.

Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.

Quero-os metade infância e outra metade velhice!

Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.

Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wilde


:: publicado por Alice Lanalice às 20:01


12.4.06



FELIZ PÁSCOA AOS AMIGOS DA CASULO

A Páscoa é a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação.
A data também é importante para os judeus .A páscoa judaica (Pesach), que ocorre 163 dias antes do início do ano judaico, foi instituída na época de Moisés, uma festa comemorativa feita a Deus em agradecimento à libertação do povo de Israel.


:: publicado por Alice Lanalice às 22:25


6.4.06



10 sugestões

1° Não se preocupe
De todas as atividades humanas, preocupar-se, é a menos produtiva.

2° Não se deixe dominar pelo medo
A maior parte das coisas que tememos nunca acontecem.

3° Não guarde rancor
Ele é uma das cargas mais pesadas da vida.

4° Enfrente um problema de cada vez
Seja como for, só poderá tratá-los um por um.

5° Não leve os problemas para a cama
São maus companheiros do sono.

6° Não compre os problemas dos outros
Eles podem lidar com eles melhor do que você.

7° Não reviva o passado
Ele já passou. Concentre-se no que se passa na tua vida e seja feliz agora.

8° Seja um bom ouvinte
Só quando escutar obterá idéias diferentes das tuas.

9° Não se deixe abater pela frustração
A auto compaixão só interfere com as ações positivas.

10° Contabilize todas as coisas boas
Mas não esqueça as pequenas.
Muitas coisas boas pequenas fazem uma grande.


:: publicado por Alice Lanalice às 21:51


2.4.06



Ah, a natureza...

Um viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo.
Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a segui-lo. Bem mais adiante, o que era um pequeno rio, se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras.
Descobriu, finalmente, uma linda gruta.
A natureza criara, com paciência, caprichosas formas nessa gruta. Ele a foi entrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa.
Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos, que nela estavam escritos.
Eram versos de um grande escritor deixados ali em 1913.
"Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança e sua canção. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir."
(autoria desconhecida)


:: publicado por Alice Lanalice às 19:15


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