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19.8.06
AS FORÇAS DO AMANHÃ
Ninguém vive só.
Nossa alma é sempre núcleo de influência para OS demais.
Nossos atos possuem linguagem positiva.
Nossas palavras influenciam à distância.
Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.
Ações e reações caracterizam-nos a marcha.
Assim, é necessário saber que espécie de forças projetamos
Naqueles que nos cercam.
Nossa conduta é um livro aberto que denuncia nossa condição interior.
Muitos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo,
Gerando inesperadas resoluções.
Quantas frases, aparentemente inexpressivas,
Que saem DA nossa boca e estabelecem grandes acontecimentos.
A cada dia emitimos sugestões para o bem ou para o mal.
Dirigentes arrastam dirigidos.
Administrados inspiram administradores.
Qual caminho nossa atitude está indicando?
Um pouco de fermento leveda toda a massa.
Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influência,
Mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.
Cuidado, pois, com o alimento invisível que você fornece às vidas que o rodeiam.
Em momentos de indignação,
Uma palavra mal colocada pode ser o estopim
Para induzir o próximo ao cometimento de desatinos
De conseqüências irreversíveis.
Um comentário maldoso talvez se multiplique ao infinito,
Causando na vida alheia dores e humilhações intensas.
O pai que não cumpre OS compromissos assumidos com OS filhos
Pode suscitar nestes a idéia de que não é importante manter a palavra dada.
Esse exemplo negativo pode multiplicar-se por gerações.
O chefe que não assume a responsabilidade pela orientação que dá aos subordinados instala a desconfiança em sua equipe.
Em momentos de crise,
A ausência de coesão no ambiente de trabalho
Pode levar uma empresa à falência,
Em prejuízo de toda a coletividade.
Por outro lado,
Comentar as virtudes de alguém que cometeu um pequeno deslize
Talvez faça cessar a maledicência.
Em momentos de distúrbio, quem consegue manter o equilíbrio e a Paz, exteriorizando isso mediante atos e palavras,
Faz murchar a insânia dos demais.
Não raro tal conduta provoca um generalizado constrangimento,
Pela imediata e coletiva percepção do equívoco em que se incidia.
Não há nada como a grandeza alheia
Para fazer o homem perceber sua própria pequenez.
Defender corajosamente OS mais fracos
quiçá tenha o condão de motivar outras pessoas a também
Protegerem OS desvalidos.
Manter-se honesto e íntegro,
Mesmo em face das maiores tentações,
Talvez seduza outros para a causa do bem.
A visão DA generosidade em franca atividade
é um Grande consolo,
Em um mundo onde o egoísmo grassa.
Por se afigurar admirável a prática de virtudes,
há tendência de alguém genuinamente virtuoso ser admirado e imitado.
Nosso destino se desdobra em correntes de fluxo e refluxo.
As forças que exteriorizamos hoje,
Potencializadas pelos atos que inspiramos,
voltarão a nossa vida amanhã.
Desse modo,
Nunca é demais prestar atenção no testemunho que damos.
Será nossa presença um fator de equilíbrio no mundo?
Por força DA lei de causa e efeito,
Que opera no universo,
Recebemos o que damos.
Se desejamos Paz,
compreensão e conforto,
Devemos oferecê-Los ao próximo,
Por meio de nossos sentimentos,
Atos e palavras.
Pensemos nisso.
:: publicado por Alice Lanalice
às
19:11
15.8.06
COMO CONQUISTEI SUA AMIZADE
Eu me sentia só, e precisava de um AMIGO.
Preparei o terreno semeando flores pelo caminho, plantei o meu jardim.
Construí alicerces no meu coração e abri a minha alma.
Trabalhei incansavelmente o meu eu interior, eu queria dar o melhor de mim, em busca do calor de uma AMIZADE.
Nesta busca, eu me senti mais humano e mais flexível.
Para ter AMIGOS, eu precisava CONQUISTÁ-LOS. Que antes de tudo, eu fosse verdadeiro comigo mesmo e depois, que eu me doasse para AMÁ-LOS.
Questionei:
- O que você tem para doar aos teus futuros AMIGOS?
Procurei no armário empoeirado da minha alma,
e encontrei uma grande quantidade de sentimentos esquecidos, alguns semi-novos, alguns antigos... outros eu nunca havia usado.
Comecei a limpá-los, queria vê-los brilhar, quando percebi que eles se transformavam em pedrinhas de brilhantes
Eu fiquei encantada com os meus próprios sentimentos, não sabia que tinha tantos! E que eles possuíam magnetismo!
Eram lindos, mas eu não poderia retê-los comigo.
Se eu ficasse com os meus sentimentos só para mim, eu continuaria sozinho.
Eu tinha que doá-los, para conseguir fazer AMIGOS.
Foi então que eu:
Lancei o AMOR e me desfiz da solidão.
Disse adeus à tristeza e me cobri de ESPERANÇAS.
Desejei FELICIDADE à todos, distribuindo ALEGRIAS.
Sugeri a FÉ.
Pedi a PAZ.
Abri o meu CORAÇÃO.
Falei de SAUDADE,
acalentei SONHOS.
Despertei RECORDAÇÕES.
Quando eu me dei conta, eu estava rodeada de AMIGOS!
Eu havia conquistado a AMIZADE!
A sua amizade, MEU AMIGO... MINHA AMIGA
Eu lancei os meus sentimentos e conquistei a SUA AMIZADE
E agora eu sei que nunca mais eu estarei sozinho...
POR QUE EU TENHO VOCÊ...
E VOCÊ TEM A MIM...
e essa conquista foi feita através do CORAÇÃO.
(Este texto de Leslie Silva foi adaptado para este site)

:: publicado por Alice Lanalice
às
21:26
6.8.06
AMIZADE
Ah, esse fenômeno instigante, o das amizades que se mantêm independentes da
convivência.
Será amizade? Será saudade comum dos anos vividos em amizade? Será saudade
dos anos felizes ou uma afinidade que se espraia no tempo? Não sei
responder. Sei que com algumas pessoas (poucas), há uma insistência teimosa
em desejar ver, trocar idéias e experiências, creio, pela certeza da
reciprocidade e do "ser aceito".
Sim, talvez seja a certeza de ser aceito, uma das maiores necessidades
humanas neste mundo de incompreensões. Talvez seja a necessidade da
existência de certeza prévia de acolhimento ao que somos, como somos e ao
que pensamos, o fermento da amizade.
O mistério da amizade talvez resida no alívio que traz a existência de
alguém que nos acolha. Digo acolha e, não, recolha - aí já seria dependência
de um lado e paternalismo do outro.
Acolher significa receber de bom grado, previamente, sem julgamentos ou
resistências. É molesto o fato de que os seres humanos vivam a julgar e que
suas opiniões prévias interponham barreiras na comunicação, dificultando-a.
O mistério da afinidade consiste na inexistência das resistências ao outro,
mesmo quando haja discordância. Isso não deriva apenas de afeto. Quantas
vezes há afeto entre as pessoas sem, porém, a aceitação natural, espontânea
e prévia?
Verifique nas amizades tidas e vividas ao logo da vida, o que delas restou.
Haverá muita vivência, boa e má. Raramente, porém, restará a amizade...
Com os anos, vão se tornando escassas as amizades que atravessaram o terreno
íntimo que lhes é próprio sem arranhões e sem mágoas, restando, como fruto,
após ingentes experiências humanas e existenciais, apenas (e já é tanto...)
a amizade.
"Isso de amizade..."
(Artur da Távola)
:: publicado por Alice Lanalice
às
20:35
2.8.06
TEMOS NOVIDADES...
O nosso livro, escrito a várias mãos, está quase prontinho. Falta só imprimir.
Ficou belíssimo.
Neste último mês cuidamos da ficha catalógrafica e do ISBN (código de barra e número do International Standard Book Number). Estes dois aditivos enobrecem o livro. Não poderíamos lançar sem isso e essas coisas demoram um pouquinho...
Agora é só esperar que logo, logo daremos novas e boas notícias.
Com tanta gente envolvida (apoio do Memorial das Cerejeiras, habilidade incrível da Cláudia nossa designer, do pessoal da A Nossa Âncora e de todo o pessoal da Casulo) só podia dar coisa boa.
:: publicado por Alice Lanalice
às
16:52
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