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30.7.07
Para melhor viver a morte de um filho
Entre todos os lutos, o mais difícil é sem dúvida aqueles dos pais que perdem um filho quer seja por acidente, doença, aborto ou durante a gravidez. Deve-se considerar alguns pontos muito importantes:
1 - A morte de um filho provoca um luto profundo porque os pais se identificam muito com os filhos e vêem-nos como a sua continuação e o seu futuro. Além disso, como os pais são os primeiros e principais responsáveis pelo crescimento e proteção do seu filho, quando ele morre, sentem que falharam na sua tarefa e obrigação e isto os faz experimentar uma grande culpa.
2 - Acontece muitas vezes que, derrotados por este sentimento de culpa, um dos cônjuges tem tendência a acusar o outro da morte do filho (a). Mesmo que essa acusação nem sempre seja claramente expressa. ela faz-se sentir por uma falta de paciência e irritabilidade para com o culpado".
3 - É freqüente verificar-se, após à morte de um filho, uma quebra de comunicação entre os pais. Um deles, em vez de conseguir escutar o outro, exige que este reprima os seus sentimentos: "Para de chorar... deixa de falar nele(a), isso não o(a) fará voltar..." Este, não se sentindo compreendido naquilo que está sentindo, tem tendência a deixar de comunicar
4 - Muitas vezes o luto dos pais é feito de forma completamente diferente e até oposta. Cada um, por sua vez, vive período de dor aguda seguidos de certa melhoria. Mas quando um consegue atingir esta fase, sente-se arrastado pelo outro que entra numa nova fase de "depressão”. É assim que, para evitar esta dolorosa situação, os cônjuges chegam a evitar-se um ao outro.
5 - Os pais têm que perceber que são pessoas únicas e que vão viver o luto de forma diferente. Um poderá exprimir abertamente as suas emoções enquanto que o outro as recalcará. Um começará a trabalhar sem parar enquanto que o outro se sentirá sempre cansado. Um gostará de lembrar recordações e o outro há de querer esquecê-las. É preciso muita compreensão e tolerância para deixar que cada um faça o seu luto à sua maneira, sem se sentir ameaçado.
6 - A intensidade do luto varia de acordo com a relação que cada um mantinha com o seu filho, as aspirações e expectativas sonhadas para ele (a). A intensidade emotiva do luto de um dos pais poderá parecer desproporcionada em relação à do outro.
7 - A morte de um filho pode perturbar a vida sexual do casal. Num pode verificar-se um aumento de apetite sexual enquanto que no outro acontecerá o contrário. E esta perturbação pode durar até dois anos após a morte do filho. É muito importante que, desde logo, haja um diálogo franco entre os cônjuges a respeito da sua vida sexual. Por vezes, é necessário recorrer à ajuda de um profissional.
6 - As mudanças súbitas provocadas pelo luto de um filho podem ser fonte de mal entendidos e conflitos entre os cônjuges. Um deles poderá entrar num estado de confusão não sabendo como adaptar-se à evolução rápida do outro.
9 - Para atravessar a dor da morte de um filho, o casal terá por vezes que procurar o ajuda de um profissional.
10- Fala-se muitas vezes de uma gravidez que não chegou ao fim como de "um Deus silencioso" porque esta perda passa despercebida. É um luto que, embora seja vivido de forma dolorosa principalmente pela mulher não é conhecido ou reconhecido pelas pessoas com quem ela convive. Acontece que a mãe em luto evita falar no assunto e guarda com ela a sua tristeza, Isto pode dar origem ao desenvolvimento de perturbações somáticas ou psicossomáticas.
11- Acontece algo muito parecido com o aborto. A maior parte das vezes é tudo feito secretamente de forma a que a perda da criança não é sequer conhecida. A mulher, confrontada com a decisão de fazer o aborto sente-se dividida: uma parte dela quer ficar com a criança. A outra parte sente-se incapaz de assumir tal responsabilidade. Acontece que, depois de um aborto, um dos cônjuges desenvolve algum ressentimento para com o outro que pode muitas vezes degenerar em divórcio porque a mulher sente que o marido não a acompanhou nem a encorajou a ficar como seu filho.
Jean Manbourquette
:: publicado por Alice Lanalice
às
21:11
21.7.07
ACIDENTE DA TAM
A família CASULO está consternada com o acidente do Vôo 3054 com passageiros a bordo na noite de terça-feira, dia 17 de julho de 2007, quando pousava no aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo. Bateu contra um depósito da empresa que fica ao lado do aeroporto.
O choque provocou uma explosão e um incêndio de grandes proporções matando todos os passageiros e tripulantes do avião e mais outras pessoas que estavam trabalhando no depósito ou se encontravam no local. Foi considerado o maior desastre aéreo da história brasileira.
Lamentamos muito!!! Estamos abertos e dispostos a dar nossa contribuição nesta trilha tão difícil de dor e sofrimento pela perda dos entes queridos. Quanta dor! Quanto sofrimento!
Quantas vidas foram ceifadas. Neste vôo tinham crianças e adolescentes. Alanis tinha só 2 anos, Ana Carolina, 10 anos, Caio Felipe, 13 anos.
Famílias inteiras voltavam de férias, profissionais voltavam do trabalho, outros tinham ido visitar parentes. Cada um tinha uma razão para estar neste vôo!
Fabiane Ruzzante estava grávida de quatro meses. Era aeromoça da TAM. Ana Paula Camargo de 23 anos trabalhava no prédio da TAM. Ele telefonou para casa avisando a família que chegaria mais tarde no dia do acidente para participar de uma reunião.
Passados alguns dias desta tragédia começaram as despedidas.
Mais de 200 pessoas acompanharam nesta sexta-feira, dia 20 de julho, o velório e o enterro dos irmãos Caio Augusto Bueno Dalprat, 12 anos, e Rafaella Bueno Dalprat, 17 anos, no Cemitério do Morumbi (zona oeste de São Paulo). O clima era de comoção entre os amigos e parentes dos jovens, que voltavam de Porto Alegre no Airbus da TAM, depois de passar 13 dias de férias com o avô e com duas tias. (Esta notícia e a foto são da Folha on-line)
Muitas histórias ainda não estão relatadas aqui e tantas outras continuarão acontecendo nas manchetes dos jornais!
Não podemos e não devemos nos conformar com isso!!!
:: publicado por Alice Lanalice
às
20:07
16.7.07
Tenha sempre bons pensamentos
porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras.
Tenha boas palavras,
porque as suas palavras se transformam em suas ações.
Tenha boas ações,
porque as suas ações se transformam em seus hábitos.
Tenha bons hábitos,
porque os seus hábitos se transformam em seus valores.
Tenha bons valores,
porque os seus valores se transformam no seu próprio destino.
Ghandi
:: publicado por Alice Lanalice
às
20:01
9.7.07
DEPOIS DE ALGUM TEMPO
Depois de algum tempo você percebe a diferença,
a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e
presentes não são promessas.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você tem na vida.
Percebe que seu amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa
que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que, ou você controla seus atos,
ou eles o controlarão,
E que ser flexível não significa ser fraco ou
não ter personalidade, pois não importa quão delicada
e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram
o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera
que o chute quando você cai é uma das poucas
que o ajudam a levantar-se.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança
que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes
e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado
por alguém, algumas vezes você tem que aprender
a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
:: publicado por Alice Lanalice
às
17:17
2.7.07
Auto-estima: o prazer de se olhar no espelho
Algumas pessoas não parecem fazer nenhum esforço para sentir-se bem consigo mesmas. Outras, no entanto, olham no espelho e nunca ficam felizes com o que vêem. Por que?
Auto-estima é o conjunto de crenças e atitudes que você tem em relação a si mesmo e ao pensamento de outros com relação às suas capacidades.
Auto-estima é ter amor próprio, é se gostar, é ser positivo em relação aos acontecimentos da vida, por piores que pareçam.
Auto-estima é levantar ao amanhecer e lembrar que você está vivo para mais um dia e agradecer ao Ser Supremo por sua vida. É olhar-se no espelho e se achar lindo e gostosão, mesmo com uns centímetros a mais na cintura, cabelos faltando ou muitos já brancos.
Ter auto-estima é ter autoconfiança, é ser feliz, ter auto-respeito, ser seguro, ser humilde, franco e transparente.
É gostar do mundo.”
Auto-estima nasce com a gente ou vamos adquirindo?
A nossa auto-estima é construída a cada momento de nossa vida. E começa com um ato sexual amoroso, de respeito, de aceitação e responsabilidade por uma vida que pode estar sendo gerada. Depois, pelos pensamentos positivos da mãe, pelas conversas com o bebê. É construída por um pré-natal correto e por um parto tranqüilo. Até mesmo o famoso “tapinha no bumbum” ajuda a moldar nossa auto-estima. A auto-estima é construída pela nossa educação, pelos ambientes em que vivemos e pelas pessoas com quem convivemos.
Então, sem uma educação adequada ou um ambiente saudável uma criança vai ter problemas com a sua auto-estima?
Sim, as chances são grandes. Porém, o mundo está cheio de exemplos de pessoas que superaram a tudo e viveram suas vidas de forma digna e feliz.
Como saber se a minha auto-estima está baixa?
Convivemos diariamente com pessoas que sinalizam uma “baixa-estima”. São pessoas que não confiam em seu potencial, que não se cuidam, pessoas que reclamam demais, pessoas que querem aparecer demais. Estes sinais, embora não signifiquem necessariamente problemas de auto-estima, sugerem alguma dificuldade nesta área.
Não se vestir bem ou adequadamente. Vestir-se bem não é usar roupa de grife ou mesmo o top da moda, mas vestir-se com roupas adequadas ao ambiente que você freqüenta, sóbrias, limpas, passadas, com cheiro de limpa, com calçados limpos.
Não procurar ter uma aparência saudável. A roupa também ajuda a melhorar a aparência, mas não é só isso que melhora o astral. Mulheres maquiadas e penteadas sem exageros, homens de barba feita ou bem aparada, cabelo penteado, pessoas com cheiro de banho, com olhos abertos e atentos, cabeça erguida, um lindo sorriso no rosto, isto tudo melhora a aparência, e garanto, faz você se sentir um vencedor mesmo não querendo...
Viver reclamando que não consegue aprender nada, que ninguém gosta de você, que todos o desprezam, a vida está difícil etc. Vá a luta! Ocupe seu espaço na vida! Se você ficar olhando o trem da vida passar ficará o tempo todo no mesmo lugar. Entre nesse trem e viva a vida como passageiro. Vigie seus pensamentos, olhe a vida com os olhos do amor, seja feliz.
Fazer das doenças, de coisas negativas e até mesmo da vida alheia seus assuntos prediletos. Novamente, vigie seus pensamentos, pois o seu inconsciente pode se acostumar com tantas coisas ruins e além de te deixar de baixo astral pode resolver lhe presentear com tudo aquilo que você tanto pensa. Levante a cabeça! Vista-se de campeão.
Não gostar ou ter medo de abraçar, de sorrir, de beijar, ou mesmo de ser abraçada ou beijada. Não gostar do dia do seu aniversário. Anuncie ao mundo que você está vivo e quer ser feliz. Este sentimento irá tomar conta de seu coração e de sua mente, lógico que sempre com uma boa dose de bom senso, mas faça, muitas pessoas vão querer estar do seu lado.
Ser arrogante, presunçoso, se achar sempre o máximo. Aproveitar-se do desempenho alheio para se valorizar, gostar de levar vantagem em tudo, fazer questão de se mostrar muito seguro de si e gostar de estar em evidência. Este perfil de pessoas é muitas vezes confundido. Dá a impressão falsa de que você está cheio de auto-estima, mas cuidado, muita coisa pode se esconder por traz de tantas penas de pavão, como insegurança, necessidade de reconhecimento e valorização, solidão, incompetência etc. Reconhecer nossas imperfeições para mudar e valorizar os nossos pontos fortes e criar relacionamentos sinceros e duráveis. Quando traímos nossos valores, traímos nosso inconsciente e nossa auto-estima também.
Não ter objetivos, viver ao “sabor dos ventos”. Não ter opinião e ser uma “Maria vai com as outras”. Estabeleça objetivos para sua vida, de curto e de longo prazo. Organize-se para atingi-los. Escreva o que, quando e como quer os seus objetivos. Vigie seus pensamentos e construa o seu futuro.
Não olhar nos olhos ou estar sempre de cabeça baixa ou, mesmo, não gostar de conviver socialmente, nas festinhas de amigos, restaurantes, show, turismo etc.
Valorize-se, acredite em seu potencial, não tenha nada a esconder, tenha uma vida transparente e digna, valide-se. Em estatística, validar algo é testar e reconhecer o valor do resultado. Na vida, validar é reconhecer o seu potencial, e mais, o potencial das pessoas que convivem com você. Validar é ensinar, parabenizar, abraçar, beijar, sorrir, corrigir, encaminhar, dizer obrigado, por favor, levantar o polegar em sinal de positivo. Valide mais os outros, certamente os outros vão querer estar sempre perto de você e vão validá-lo. Cuide bem de seus relacionamentos sociais.
Se sua auto-estima vai mal, a culpa é sempre dos outros?
A todo o momento em nossas vidas estamos sujeitos a receber através de olhares, de comentários, de avaliação escrita ou de acontecimentos uma carga de críticas que podem derrubar a nossa auto-estima. Mas nós temos o poder de decidir se estas coisas vão ou não nos afetar.
Nossa auto-estima vai mal por nossa culpa, porque nós permitimos que outros pilotem o avião de nossas vidas. Se o avião bater em algum prédio, fomos nós que permitimos.
Qual é o papel dos outros no desenvolvimento ou não de nossa auto-estima?
Nossa auto-estima pode ser moldada pela nossa educação e pelo ambiente em que vivemos, mas isto apenas enquanto não aprendemos a tomar decisões ou enquanto dependemos de outros para tocar nossa vida.
A partir do momento em que você tem consciência para decidir sobre o que quer e o que não quer para sua vida, você não permite que os outros afetem sua auto-estima. Não é fácil, mas é uma questão de decisão, de querer ou não estar bem.
Agora, os “outros”, ou melhor nós, temos um papel fundamental para elevar a estima dos outros. Fazemos isto dando atenção, aconselhando às vezes, pegando na mão, sorrindo, mas o fundamental e é ouvir muito. Fazendo isso estaremos elevando a nossa estima. O que mandamos para a vida ela nos devolve potencializado.
Ouvi certa vez, de um amigo, que quando partirmos desta vida seremos muito cobrados pelo bem que deixamos de fazer pelos outros, mais até do que por aquilo que realizamos de bom. Muito do que escrevo ou falo não são palavras minhas, mas ensinamentos que recebi de outros através de diálogo, livros, estudos e observações. Acredito que tenho o dever de compartilhar e isto me faz bem.
Que outras formas existem de lidar com nossa auto-estima que não dependam tanto da aprovação ou não de terceiros?
Penso que mesmo trancando-se em casa para não ver mais a cara de ninguém ou mesmo quando partimos desta vida nunca deixamos de ser alvos de críticas e comentários destrutivos, negativos e muitas vezes injustos. A avaliação de terceiros deve ser encarada como crescimento, mesmo a avaliação negativa.
Certa vez, ouvi a seguinte frase de uma pessoa que considero muito: “Bendito sejam os vencedores que se vangloriam de suas qualidades e apontam nossos defeitos, pois mostram os nossos erros e o caminho para o sucesso.” Ouvi esta colocação de Tadashi Kadamoto. Não sei se é de sua autoria e nem se são exatamente estas as palavras, mas elas marcaram um momento em minha vida.
Acredito que encarando a crítica desta forma enfrentaremos os momentos difíceis com sabedoria e dignidade. Com certeza ainda vai doer, mas com menor intensidade e por um tempo menor.
Existem formas ou técnicas ou truques para desenvolver a auto-estima?
Ame-se incondicionalmente. Admire-se muito, acostume-se com sua imagem. Procure um bom fotógrafo e faça um retrato com uma roupa de “casamento”. Seja modelo por algumas horas. Admire seus traços, seus olhos, seu jeito. Filme-se com uma câmera caseira. Converse, cante, ria e fale com você mesmo e depois assista ao filme muitas vezes, até se acostumar com sua voz e imagem. Repare que em seu jeito tem muita coisa para ser admirada e talvez você seja muito parecido com pessoas de quem que você gosta, então você também é especial.
Leia muito, leitura saudável, livros de auto-ajuda.
Olhe para os lados e perceba que há pessoas em pior situação que você. Visite orfanatos, hospitais, lares de idosos. Distribua carinho e sentirá uma energia fantástica tomando conta de você.
Desperte seu lado intelectual. Estude, faça cursos, participe de palestras, leia livros técnicos. Agregue valor a sua empresa chamada Você S/A. Você será notado, requisitado.
Tenha uma crença espiritual. Confie em seu Ser Supremo, seu Deus, o Ser de Luz, dentro de sua crença. Ele sabe responder as suas dúvidas.
Exponha-se mais, arrisque-se, mostre-se ao mundo. Viva em sociedade. Crie relacionamentos sinceros e duráveis. Escreva cartas, telefone, talvez até valha a pena arrumar um profissional especializado para te ouvir e te guiar.
Ame-se! Seja feliz! Arrume um amante! Um texto que recebi recentemente de uma amiga dizia que temos que ter um amante para sermos felizes, seja um amante-trabalho, um amante-estudo, um amante-filhos-para-cuidar, livros para ler, internet para bate-papo, um amante-esporte para praticar, quadros para pintar, ou mesmo um amante-parceiro que te respeite e que pode ser até o que você já tem, mas todos devemos nos ocupar com nossos amantes e ser felizes.
Adaptação do texto de Marcos Antonio Françóia
:: publicado por Alice Lanalice
às
21:38
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