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26.8.07
Os desafios não são difíceis porque tentamos; é por não tentarmos que são difíceis.
Sêneca
RECOMEÇAR
Perdi um brinquedo que me acompanhou em minha infância... Mas ganhei a lembrança do amor de quem me presenteou!
Perdi meus privilégios e fantasias de menino... Mas ganhei a oportunidade de crescer e viver livremente!
Perdí muita gente que amei e que me amou e que ainda amo…Mas ganhei o carinho e o exemplo de suas vidas!
Perdí momentos únicos da vida porque chorava em vez de sorrir…Mas descobri que para colher amor tem que plantá-lo!
Perdi muitas vezes e muitas coisas em minha vida. Porém junto a este “perder” hoje tento o valor de “ganhar”- porque sempre podemos lutar pelo que amamos e porque sempre há tempo para recomeçar!
Não importa em que momento da vida você se cansou. Mais importante é que sempre é possível e necessário recomeçar.
Recomeçar é dar-se uma nova chance, é renovar as esperanças na vida e, mais ainda, acreditar em você mesmo!
Sofreu muito neste período?... Foi aprendizagem.
Chorou muito?... Foi limpeza da alma.
Sentiu solidão em alguns momentos?
... Foi porque fechou a porta.
Pensou que tudo estava perdido?... Foi simplesmente o início de tua melhora.
Sentiu solidão?... Se olhar ao redor verá muita gente esperando seu sorriso para aproximar-se mais de você!
Recomeçar.
Hoje é um excelente dia para iniciar um novo projeto de vida. Onde quer chegar? Olha para o alto, sonha alto, deseja o melhor, anseia o bem e o bom, pois a vida nos traz o que desejamos!
Pensando pequeno; o pequeno virá. Se pensamos firmemente o melhor, o positivo e lutamos por alcançá-lo; o melhor virá para nossa vida!
Hoje é o dia da grande limpeza mental. Tira tudo que lhe prende ao passado e que te machuca. Joga fora toda a impureza, limpa teu coração, prepara-te para uma nova vida!
A vida lhe chama, lhe convida para uma nova aventura, outra viagem, um novo desafio. Dedica este dia a você mesmo e fará todo o possível para alcançar seus objetivos. Confia na vida, confia em você!
:: publicado por Alice Lanalice
às
21:04
19.8.07
SONHOS
Quando os nossos sonhos se acabam, fica um vazio imenso, uma vontade de parar, de desistir de tudo. É um período difícil, em que os dias, as horas, e até os segundos são longos. Não conseguimos progredir, falta vontade, motivação. Fechamo-nos para tudo e para todos, como se nada importasse, nada tivesse algum valor. Vamos nos destruindo pouco a pouco.
Por que será que muitas coisas em que acreditamos, chegam ao fim? Acreditamos na felicidade eterna, e muitas vezes ela não passa de um pequeno tempo. Tempo suficiente para deixar uma saudade infinita. Até que um dia, um novo sonho começa a dar o ar de sua graça, chegando de mansinho, tentando abrir os cadeados do nosso coração.
Estamos trancados, com um enorme medo de sofrer de novo. Mas mesmo assim, o novo sonho vem chegando, trazendo na mala tudo de novo. E como todo novo sonho, é regado de novidades que fascinam, mexendo com emoções adormecidas, trazendo de volta a emoção de viver, amar, recomeçar!
Nesta hora, quando tudo ressurge, podemos avaliar melhor a vida. Temos que transformar cada pequeno instante, em grandes momentos. Eliminar tudo que maltrata o nosso corpo, o nosso espírito, e dar lugar somente ao que nos engrandece como verdadeiro ser humano e filho de Deus!
E se os seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, eles estão no lugar certo. Construa os alicerces, e SUBA!
Nunca desista de ser feliz!
Mesmo que tudo conspire contra a felicidade!
:: publicado por Alice Lanalice
às
19:59
12.8.07
* Supérfluo e necessário *
Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
:: publicado por Alice Lanalice
às
22:13
9.8.07
A lição da culpa
Há alguns anos, Sandra ficou encantada quando Sheila, sua melhor amiga, convidou-a para ser dama de honra em seu casamento. No dia, Sandra foi em seu carro novo buscar a noiva para levá-la à igreja.
Estava chovendo e Sandra estacionou na garagem aberta do prédio de Sheila. A dama de honra ajudou a noiva a carregar para o carro as roupas que iria trocar depois da cerimônia e a bagagem da lua-de-mel. Sandra estava prestes a se sentar no banco do motorista quando Sheila disse: “Quero dirigir”
“Você não pode ir dirigindo pra seu próprio casamento!”
“Por favor, insistiu Sheila. “Isso vai me distrair e evitar que eu fique pensando em um milhão de coisas, inclusive que o sol decidiu não comparecer ao meu casamento.”
Sandra concordou e lá se foram elas. Percorreram os poucos quilômetros até a igreja enfrentando um verdadeiro temporal. De repente, o carro derrapou, Sheila perdeu o controle da direção, o carro bateu em um poste e a noiva morreu instantaneamente. Sandra quebrou alguns ossos, mas sobreviveu. Ou seja, sobreviveu fisicamente. Sua psique, no entanto, focou gravemente ferida.
Até hoje, vinte anos depois, Sandra é atormentada pelo que aconteceu naquele dia. “Se ao menos eu estivesse dirigindo”, queixou-se ela, “Sheila ainda estaria viva.”
Fiz algumas perguntas a Sandra enquanto conversava com ela. “Você tem certeza absoluta de que Sheila teria sobrevivido se você estivesse na direção? Você sabia que ia acontecer um acidente? Você sabia que ela ia morrer? Você sabia que iria sobreviver e ela não?” a resposta a todas essas perguntas foi não.
“Não, mas eu estou viva e ela morreu!”
Estava claro que Sandra ainda era incapaz de se livrar da culpa. Perguntei: “Se as coisas tivessem acontecido ao contrario e você tivesse morrido, o que você gostaria que Sheila lhe dissesse? Em outras palavras, se em vez de você, fosse ela que estivesse aqui, e você pudesse falar com ela, o que lhe diria? Se você visse sua amiga, décadas depois, ainda atormentada pela culpa, o que você lhe diria a respeito do acidente?”
Sandra levou um minuto para realmente se colocar no lugar da amiga.
“Eu diria: era eu que estava dirigindo, e eu era responsável pelas minhas decisões. Ninguém me obrigou a dirigir e ninguém poderia ter me impedido. Era o dia do meu casamento e eu não teria aceito um não quando disse que queria dirigir”. Os olhos de Sandra se encheram de lagrimas e ela continuou: “Eu diria: Não foi sua culpa. Aconteceu. Não quero que você desperdice a sua vida se sentindo culpada”.
:: publicado por Alice Lanalice
às
17:28
7.8.07
NO MESMO DIA A CASULO TEM DOIS COMPROMISSOS
•Dia 8 de agosto de 2007 – 4ª. feira – 9 horas
A família CASULO estará pela manhã no escritório da TAM para oferecer seus serviços às famílias enlutadas que perderam seus entes queridos no último desastre do Vôo 3054, dia 17 de julho de 2007, quando pousava no aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo.
•Dia 8 de agosto de 2007 – 4ª. feira – 16 horas – TV RECORD
A Casulo representada por duas mães (Alice e Ana Cristina) participará do PROGRAMA DA TARDE, das 16 horas às 18h15, na TV Record, programa ao vivo que conta com vários quadros. Essas duas mães fará parte de um mini auditório que interage com os apresentadores. O objetivo desta conversa é contar como superar o sofrimento da perda.
:: publicado por Alice Lanalice
às
16:46
5.8.07
A lição da culpa
Há alguns anos, Sandra ficou encantada quando Sheila, sua melhor amiga, convidou-a para ser dama de honra em seu casamento. No dia, Sandra foi em seu carro novo buscar a noiva para levá-la à igreja.
Estava chovendo e Sandra estacionou na garagem aberta do prédio de Sheila. A dama de honra ajudou a noiva a carregar para o carro as roupas que iria trocar depois da cerimônia e a bagagem da lua-de-mel. Sandra estava prestes a se sentar no banco do motorista quando Sheila disse: “Quero dirigir”
“Você não pode ir dirigindo pra seu próprio casamento!”
“Por favor, insistiu Sheila. “Isso vai me distrair e evitar que eu fique pensando em um milhão de coisas, inclusive que o sol decidiu não comparecer ao meu casamento.”
Sandra concordou e lá se foram elas. Percorreram os poucos quilômetros até a igreja enfrentando um verdadeiro temporal. De repente, o carro derrapou, Sheila perdeu o controle da direção, o carro bateu em um poste e a noiva morreu instantaneamente. Sandra quebrou alguns ossos, mas sobreviveu. Ou seja, sobreviveu fisicamente. Sua psique, no entanto, focou gravemente ferida.
Até hoje, vinte anos depois, Sandra é atormentada pelo que aconteceu naquele dia. “Se ao menos eu estivesse dirigindo”, queixou-se ela, “Sheila ainda estaria viva.”
Fiz algumas perguntas a Sandra enquanto conversava com ela. “Você tem certeza absoluta de que Sheila teria sobrevivido se você estivesse na direção? Você sabia que ia acontecer um acidente? Você sabia que ela ia morrer? Você sabia que iria sobreviver e ela não?” a resposta a todas essas perguntas foi não.
“Não, mas eu estou viva e ela morreu!”
Estava claro que Sandra ainda era incapaz de se livrar da culpa. Perguntei: “Se as coisas tivessem acontecido ao contrario e você tivesse morrido, o que você gostaria que Sheila lhe dissesse? Em outras palavras, se em vez de você, fosse ela que estivesse aqui, e você pudesse falar com ela, o que lhe diria? Se você visse sua amiga, décadas depois, ainda atormentada pela culpa, o que você lhe diria a respeito do acidente?”
Sandra levou um minuto para realmente se colocar no lugar da amiga.
“Eu diria: era eu que estava dirigindo, e eu era responsável pelas minhas decisões. Ninguém me obrigou a dirigir e ninguém poderia ter me impedido. Era o dia do meu casamento e eu não teria aceito um não quando disse que queria dirigir”. Os olhos de Sandra se encheram de lagrimas e ela continuou: “Eu diria: Não foi sua culpa. Aconteceu. Não quero que você desperdice a sua vida se sentindo culpada”.
:: publicado por Alice Lanalice
às
22:31
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